29 outubro, 2009

Caminho reto, porta estreita

Ao longo dos tempos muitos se aglomeravam
As massas caminhavam mais juntas e alguns poucos destoavam
Gritavam por meio de palavras escritas, protestos, divergencias
Atraindo assim os olhares daqueles que perdidos, seguiam o fluxo cego

Isso agitou as massas, muita gente quis se revoltar por alguma causa
Custe o que custar, a causa vale mais que a vida
E assim, em vão, muitos foram dizimados
E assim, em vão, muitos serviram de exemplos, para outros poucos

Nessas épocas as massas estavam distantes do conhecimento sublime
Eram considerados brutos e arredios, e assim corresponderam a estes movimentos revolucionários
Absorviam as palavras e as tornavam armas afiadas
Combatentes de um fiel exército, ou burro?

O mundo caminhou nesse ritmo de revolução
Mas hoje chegamos num estágio bem mais avançado
E quem tem olhos para enxergar?
E quem tem ouvidos para ouvir?

A palavra revolução entrou em decadência
A ordem de revolução também, e os resultados são quase nulos
Quando os esforços são empreendidos nesta base de guerra

Caiu o "R", sumiu no chão, foi pisoteado, esquartejado, aniquilado
Virou pó, que alguns ainda insistem em consumir

A queda do "R" significa que devemos deixar o passado para trás
Parar de ter raiva do que já passou e mudar mundo por nós mesmos
Porém, numa maneira individual
Buscar olhar dentro de nós mesmos mais vezes ao dia
E encontrar os causadores do mal dentro de nós mesmos
E parar de apontar dedos em rostos alheios

A transformação agora vem pelo amor
Aquele amor que teremos por nós mesmos
Porém sem egoísmo
Aquele amor pelo próximo
Que começa dentro da própria casa

O peso vai sendo aliviado, um ajudando o outro
Dando tudo de si para flutuarmos no mesmo ambiente
A evolução vai ser mais sólida que qualquer revolução tenha sido
A evolução será ao mesmo tempo íntima, pois trata-se de uma auto reforma
E ao mesmo tempo expansíva, pois por exemplos reais, conversas edificantes
Ela vai sendo espalhada pelo mundo

E a excessão vai virar regra
E a regra, vai ser engolida e deve sumir diante de tanta luz.

26 outubro, 2009

Chamem a ambulância

Preciso de uma garota injetável
Uma garota heroína
Para me salvar pelas noites

Eu entornei a guria
Tornei a encontrá-la
Desperdicei as chances rapidamente

Com 2 palavras eu dispensei
Aquilo que eu mais queria
E agora tenho 100 anos destilados

24 outubro, 2009

8 deitado

Para sempre viveremos, de algum modo mudaremos

A vida é esta por enquanto, a forma é esta por hora

Somos guiados por linhas, por trilhos, que formam ciclos
O que faz com quem possamos ir aprendendo como viver
Repetir muitas vezes é necessário para se chegar a um aprendizado completo

Mas e depois que conseguimos?
Temos que ter a visão de saber para onde ir
Temos que aliviar o peso e saber o que deixar para trás

Quebrar o ciclo atual, fazer novas escolhas
Voltar a se sentir no começo de algo
Voltar a aprender do começo, uma nova habilidade adquirir

Muitas pessoas estão infelizes por não conseguirem quebrar seus ciclos
Repetem todo os dias as mesmas frase, ações e não conseguem ver sáida
Outras tentam a paixão como artifício e se apaixonam por mais do mesmo
Irão logo mais se cansar, cada vez o círculo fica menor
A sensação de que a vida vem passando cada vez mais rápido
Pois demora bem menos para se completar aquele velho círculo
Onde já cansamos de saber o que acontece, e em qual seqüencia

Pois como bem se sabe, e pouco se aplica, enquanto tivermos as mesmas atitudes diante de nossas vidas, teremos sempre os mesmos resultados...

23 outubro, 2009

Vagas e Escolhos

Um barco só é um barco depois de deixar o porto
Depois que as amarras forem soltas
E normalmente nós mesmo as retemos presas
E somos o capitão cruel, somos nossos próprios capatazes

Hoje eu me ví em muitos eus
Estava no quarto, comportado
E estava na sala, jogando tudo no chão
E porque eu deveria me podar lá na sala?

Por mal comportamento?
Por medo ou receio de ser outra pessoa?

Nós sempre seremos outras pessoas
Não somos uma obra única e acabada
Quem se vê assim é malacabado
Pois assumir um fim é assumir perfeição
E o fim é apenas um novo começo.

Deixemos as vagas baterem no casco
Não para mostrarem os caminhos
Mas darem algum sentido
E não paremos por breves arranhões feitos por escolhos
Não deixemos a embarcação soçobrar em meio a tanto mar.

22 outubro, 2009

Solitude

Solitude não significa solidão, não faz doer o coração
Mas é um estágio bem avançado do ser humano
Onde ele consegue amar muitas coisas, mesmo que estejam em estados brutos
E respira a liberdade do bem querer

Eu tento ser solitude, raras vezes consigo, pois acabo me entregando às paixoes mundanas
Não que elas sejam ruins, podem ser muito boas
Mas elas são pesadas e tendem cada vez a se tornarem mais com o tempo
Com o dia a dia do modelo atual

O amor sublime está meio embaçado em meus olhos
Eu vejo, eu quero, mas não sei ainda como alcançá-lo
Apenas sei que ele está no meu futuro, estou trilhando o caminho certo
Alguns galhos me arranham, enfio o pé no barro

Mas sigo limpo novamente, pois os erros são resultados da escuridão em que vivemos
Façamos luz de nossos coracoes para iluminar o caminho
E assim não encontraremos, mas seremos facilmente encontrados
E lá em cima da montanha teremos uma visão

Veremos todas as trilhas que abrimos e passamos
E muitas vezes veremos que demos voltas inúteis
Ou perdemos itens preciosos pelo caminho
Não enxergamos...

Mas, todos chegam ao cume
Cada um a seu tempo
Cada um com sua bagagem.

21 outubro, 2009

Canção do vento e da minha vida

Agora um poema que me ajuda muito a lidar com a vida, de como conquistar tudo que quero, e de um poeta que me inspira muito.

-------

Canção do vento e da minha vida

"Manuel Bandeira"

O vento varria as folhas,
O vento varria os frutos,
O vento varria as flores...

E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De frutos, de flores, de folhas.

O vento varria as luzes,
O vento varria as músicas,
O vento varria os aromas...

E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De aromas, de estrelas, de cânticos.

O vento varria os sonhos
E varria as amizades...
O vento varria as mulheres...

E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De afetos e de mulheres.

O vento varria os meses
E varria os teus sorrisos...
O vento varria tudo!

E a minha vida ficava
Cada vez mais cheia
De tudo.

vagas

Grande cidade, amiga de ninguem, mas conheces a todos
Poucas vagas para quem chega
Ei você, chegaste agora aqui?
Que achas de ir devagar nos passos?
Que achas de divagar com sua mente?

Cuidado transeunde, você parece mover-se muito rápido
Esbarrar em pessoas pode parecer normal por agora
Mas depois isso começa a doer muito
Pois sentimos faltas dos abraços fratenos, amigos sinceros

A grande cidade separou os corações
Mas a culpa não foi dela
Foi de quem se deixou levar pela esteira fervilhante
A esteira que te leva

E eu andando sozinho devagar, deixo agora, meu cérebro divagar
A toa, mudo de rua, rio sozinho, pois imagino um ribeirão de luzes
Me escureço para não escarnecer mais

Tudo aqui na grande cidade parece me expulsar
Mas foi aqui que criei coragem e comecei a pulsar
Foi aqui que me libertei de tudo, aos poucos tive certeza
Que lá no começo, eu estava realmente certo do que seria
Do que me faria bem.

16 outubro, 2009

Centésima!!!!

Este é meu centésimo post neste blog, que logo mais fará 5 anos de vida. Pra mim ele significa muito hoje em dia, eu cresci com ele e ele veio comigo. Depois de quase 5 anos eu consigo analisar muita coisa boa, mas a principal é que eu não desisti, apesar de que aqui escrevo mais frequentemente nos momentos difíceis, e por consequencia, mais inspirados.

Blog irmao, blog amigo, pessoas passaram e me leram, e foram muito importantes para meu amadurecimento e para me manter firme nos trilhos que escolhi. Pessoas que do nada surgiram e deixaram um pequeno comentário mas que pra mim enche alma.

E o número 100 me vem lembrar 2 opostos. Sem ou Cem.

Muitas vezes querer mais, chegar ao 100% me levou a ter apenas mais do mesmo. E eu me senti SEM nada.

Depois de 6 anos morando na cidade grande estou sonhando com a roça Pindense, desejei tanto que consegui voltar para lá, a duras penas é verdade, pagando um alto preço. Mas voltando totalmente vazio, SEM nada, porém CEM porcento de verdade.

Mas me perguntaram se eu conseguiria viver no vazio, e eu pensei, mas é do vazio que preciso para eu possa ter meu espaço e me expandir. Me conhecer. Pois no nada, vc tem que ser algo.

Agora o que me resta? Se nada tenho, nada posso perder, me resta tudo, a vida toda, tudo que eu puder pegar. E numa casinha de madeira, enchendo os pulmoes de ar fresco todos os dias, pés pelados na grama, magrela rodando no asfalto, escondidinho umas noites, em outras filmes surpresa, pisar descalço no asfalto quente, usar chinelo com meias, subir no telhado pra ver as 2 serras, chegar mais perto dos céus, sair para a última caminhada do dia nas madrugadas ouvindo alguma musica nos ouvidos, voltar pra deitar em paz. boa noite!

15 outubro, 2009

Entalado

Ódio é uma forte palavra
Desprezo é muito pior
Ganância é algo que estimula o egoísmo

E a cada dia eu me afasto das pessoas que sabem viver
Porque elas conheceram este mundo, e se orgulham de viver nele

E a cada eu busco uma nova razão pra viver
Um novo ciclo de ações que me carreguem pro outro lado do horizonte

Foi-se então a era de se carregar peso nas costas
Agora o exercício deve ser de como fazer as coisas flutuarem ao redor
Como criar um acorde que cause suspiros seguidos levitação

Foi-se então a era dos músculos e nervos de aço
Chegou o tempo que eu poderei acordar e respirar todo o ar que couber no meu pulmão
E repetir, e repetir esta ação, até que o mundo inteiro se exploda diante de mim.

13 outubro, 2009

Rio de Lágrimas

Empresto esse título de uma famosa composição caipira
Caipira eu sou, ou tento ser, cresci pelas cidades
Mesmo que algumas bem pequenas
Sempre admirando as belezas do campo
Os cheiros de mato molhado , terra molhada
As ruas asfaltadas eram motivo para escaparmos
Os amigos, e achar passagens secretas pela natureza

Me descobri mais caipira ao achar que devia tocar viola
Ingressei num curso pra me tornar caipira
Irônico ou não, este curso se deu na maior cidade da América Latina
São Paulo

Lembro-me de começar com lágrimas nos olhos
A vida não estava fácil naquele ano de 2005
E vinha sendo solitária desde 2003
A cidade grande machuca os corações que tem necessidade de carinho

Tanta gente boa veio da roça, lá faziam coisas melhores
E vieram pra cá sofrer em busca de dinheiro
E deixaram seus costumes de graça
Agora tento eu fazer o movimento contrário!

10 outubro, 2009

Este post não é meu, O Lírio escreveu


Eu erro o passo
Você nem percebe
que me perco em
margueritas escaldantes
brumas muito recentes
e os olhos turvos
por pedirem perdão a todo instante
a santa que cruza as mãos
e dobra os joelhos
e cria calos
se balançando para frente e pra trás
o tráfico de emoções
ficou supremo
e preciso que me digam
o que sinto nesse instante
e agora?
e agora?
e agora?
não passa o momento de dizer adeus
não cobro hora, não digo nada
vc não vê, perdi mais um poema
ele escapou por entre dedos
as mãos em concha
segurando água

---------------------------------------

as construções miravam
atônitas
passa alguém por elas
que se justifica?
é isso que murmuram uma
às outras.
Um prédio grande se curvou e me fitou nos olhos:
se vai dizer que não, é melhor que seja agora!
eu tremia. Toda a imponência do concreto
me deixando desarmada
eles espreitam
As fábricas
roncavam
a cada passo
o caminho é seguro, foi tudo o que eu
quis saber
vc era corrimão
eu era bolo
ou confeito
magro, magro
como os dias de janeiro
nasci no mês errado

-------------------------------------------

Vai!
se não quer nem me assombrar
vai e leve tudo.
Deixe uma caixa de areia
pra eu manter a dignidade de vez
em quando
lembrar que sou humana
que ninguém gosta de me ver chorar
que preciso trocar de roupa
alguns dias
que banhos e comidas
fazem parte da rotina
se não fica
eu não fico
deixo o resto como folha
deixo o corpo
como casca

09 outubro, 2009

Tensão pré Mudança

Já me mudei diversas vezes durante toda minha vida, de casas, de cidades, de estados, tenho isso no meu sangue desde então, mas tenho alma de gato, sempre que chego num novo lugar demoro um bom tempo para me adaptar.

Sou muito curioso e fico com o olhar vagando por todos os ambientes novos, captando os detalhes, tentando entender qual é o sentimento que esse lugar me causa e algo que eu possa me apegar para começar a gostar.

É estranho admitir, mas eu gosto de mudar, mesmo que isso me cause imensas dores, eu gosto de sair, de arejar a mente, e mudar, levar comigo aquilo que ainda vale a pena, deixar coisas para trás, viajando mais leve.

Dói muito deixar pessoas para trás, a presença de cada uma delas deixa marcas nos lugares onde convivemos juntos, creio que só depois de anos que consigo voltar no tempo e sentir o gosto doce da nostalgia daqueles dias.

É como quando guardamos uma flor dentro de um livro e depois de 1 ano retiramos ela, agora já se apresenta seca e achatada, a parte viva é apenas a lembrança dentro de nós, do que ela foi, do cheiro que ela já exalou um dia e agora nossa mente é capaz de reproduzir.

Passado todo esse tempo, a lembrança não causa mais dor, mas nos lembra a cada momento, e é disso que nossas vidas são feitas, momentos, escolhas, pessoas, caminhos e lugares, sensações invisíveis...

Sofrer é parte disto tudo, pois se pudéssemos escolher, muitas vezes não largaríamos nada. Mas, então, ao chegar no fim da vida, e no momento que formos retirar aquela flor de dentro do livro, olharmos bem para ela e sentirmos que nós fomos aquela flor?

Ressecamos, guardados no escuro, sem sentimentos, aos poucos e confortavemente fomos encolhendo e perdendo o perfume, e ficamos assim, esquecidos de nós mesmo dentro de uma página estagnada da vida?

08 outubro, 2009

Corrente de água


Atualmente o que mais me cansa no mundo
É a forma com que o mundo vive
Entanda-se por mundo, as pessoas em geral, pois elas que chegaram neste conceito

Uma pessoa, que trabalha, se casa, tem filhos
Tudo isso, que parece pouco, se torna uma corrente
E é tudo tão frágil que me sinto cansado só de imaginar
Os enormers esforços que teria que fazer a cada dia para que ela não seja quebrada

Passei um ano tentando segurar as pontas desta corrente
Para que ela ficasse atada, mas não consegui e agora estou de volta
De volta ao meu mundo, porém trouxe muita coisa nova
Muitas vontades persistem, mas, me imagino vivendo em outro mundo

Não tem como eu me adaptar sem forçar, tudo bem
Mas e se eu fizesse a mesma força para tentar criar uma nova corrente
Uma corrente d´agua, um fluxo contínuo
Iguais aqueles que eu sempre admirei pela janela de casa
A chuva caindo e a água seguindo pela rua

Muitos bolsões eu criei, depois soltava
Lidar com água me acalma
Melhor que corrente de ferro, que machucam e prendem
A vida tem um fluxo, varios sentidos, pausas, enchurradas
A vida segue sempre, a corrente de aço afunda, e quem estiver amarrado a ela vai junto
Como um âncora, como prender a respiração e tentar viver apressadamente

Agora me sinto mais leve, menos dormente
Me livrei desta primeira corrente
Ouço a chuva latente
Sempre.

06 outubro, 2009

Trovas de trovão


Teve tempo pra tudo
Mas lá dentro da cabeça sempre havia aquela vozinha
Deixa pra depois, aqui tá tão gostoso

O prazer irrestivel de estar esparramado, torto e distante
O calor do corpo contra alguma superficie
O tempo passando sem a menor piedade

Então veio a cobrança
Coracao disparado
Te olhei meio de lado

Em busca do tempo perdido sei que não irei
Não tenho tanto animo para isso
Mas pelo menos tenho a paz dos dias de trovao

Barulhos que nao me assustam
Pelo contrario,
quero mais que o céu venha ao chão!

Disfunção silábica


Enchi meu prato com pranto
Pedi mais uma dose de dor
Esvaziei meu corpo num copo

Só as folhas fazem folia
Só o vento causa vendaval
Só os pássaros não dao passos
Só, eu comigo mesmo

Trago-me num trapo
Íntegro, me entrego ao esmo
Me lanço ao mar de marasmo

As presas caem soltas
As vestes me desnudam
As boas praças me escarnecem
Por final, a trama se desenlaçou.

05 outubro, 2009

Sigo Som

Eu vih um caminho antes de percorrer
Eu previ o rumo antes de viver
Eu trouxe comigo a clareza da vida

Não eu nao quis te dizer
Pois achei que vivendo comigo vc fosse prever
Que ficando ao meu lado tudo daria certo

Mas ao certo lhe digo agora
Sua vontade é a verdade
A unica verdade é a sua vontade
Então faça verdade a sua vontade

04 outubro, 2009

Futuro


Muita gente, inclusive eu claro, pensa no futuro como algo distante, como algo que deve acontecer um dia, mas esquece que o futuro é aquilo que nós mesmos construimos para nossas vidas. Ou seja, se no futuro teremos carros que voam eu nao sei, mas eu sei que as batidas e quedas seriam piores do que hoje em dia.

Mas eu sei que não quero voar no meu carro, tao pouco querer ter um carro, mas eu quero tentar me lembrar hoje do que devo fazer amanhã, e tentar me lembrar sempre do que eu quero pra minha vida depois e depois de amanhã!

Meu futuro é meu reflexo, num espelho que está sempre se movendo a frente de mim, e este reflexo é totalmente mutável. Não sei dizer até que ponto uma vírgula neste texto possa influenciar em alterações no meu futuro, ou então se eu deixasse para escrever depois, no que isso poderia refletir em meu destino.

Só sei que tenho 2 ferramentas em maos, o poder do pensamento que vai me ajudando a mentalizar e definir minhas vontades, para que eu tenha foco e direção.

E o dia a dia!!! Ele deve existir sempre, e sempre algo deve ser aprendido, ou feito, ou marcado para que eu possa saber que existo pra mim mesmo, e pra alguem mais.